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A música do cantor e compositor pernambucano Tibério Azul

Nascido e criado no Recife, Tibério Azul desenvolveu arte desde cedo. Ainda criança ganhou concursos de poesia no colégio e não cansava de inventar histórias, palavreados infantis. Com a idade adquiriu paciência e direcionou os anseios poéticos para a música. Montou projetos musicais, bandas, lançou discos, DVD, blog e partiu pelo Brasil realizando shows, formando público, admiradores e amigos. Agora Azul divulga o primeiro trabalho solo intitulado “Bandarra, ou o caminho que vai dar no sol”, um disco orgânico cheio de vida e poesia cotidiana.

Pegadas
Pela estrada Tibério coleciona projetos ousados e criativos. No princípio da carreira desenvolveu ao lado de Castor Luiz uma proposta de expressão artística lítero-musical e criou a banda Mula Manca & a Fabulosa Figura. Com o grupo lançou dois discos, circulou pelo país, ganhou prêmios, fez turnê por escolas, recitou, escreveu, musicou e recebeu atenção de importantes canais de comunicação.

Munido de experiência elaborou uma proposta de auto-suficiência e independência artística com o aclamado pianista Vitor Araújo, o projeto BANDA SEU CHICO – coletivo de artistas pernambucanos ao redor das canções de Chico Buarque. A banda teve sucesso imediato e hoje ainda em atividade possui um currículo extenso com DVD e CD gravado no Rio de Janeiro, casa lotada de Manaus até São Paulo, espaço na mídia nacional, inúmeros convites e admiradores e até o aval do próprio Chico.

O caminho que vai dar no sol
No primeiro disco solo intitulado “Bandarra, ou o caminho que vai dar no sol”, Tibério se apresenta em suas três vertentes: letrista, compositor e intérprete. Dos arcaicos artistas mambembes em caixotes de praça pública, resgata a eterna visão poética do mundo e aponta para o futuro enquanto finca os pés na terra como a árvore aprofunda as raízes para ir mais alto . É o cotidiano, é o artista pintando o cotidiano, é o cientista maluco transformando metal em ouro, banal em precioso, esmola em fortuna. É um alquimista, ou melhor, um Alquimista Tupi.

O álbum foi precedido pelo clipe e single Veja só em parceria com o premiado cineasta Gabriel Mascaro que mostra o nascimento do artista a partir da areia. O vídeo se tornou um “viral” na internet e alcançou milhares de visualizações em curto tempo, foi destaque na imprensa nacional e lançou Azul aos holofotes.

Lançado no final de 2011 com download gratuito, Bandarra teve uma larga e rápida aceitação de crítica, público e artistas. Foi citado pela Folha de São Paulo como destaque dos mais de 170 lançamentos pernambucanos no ano, pelo O Globo como parte da “Nova música brasileira”, pela REDE TV como o “artista expoente da música tupiniquim”, figurou em diversas listas de melhores do ano,
revelação do ano, melhor canção, melhor álbum, teve mais de 10 mil downloads, mais de 20 mil visualizações, além de já estar na terceira tiragem.

Rapidamente, Tibério foi convidado para importantes festivais e marcou presença na grade do REC BEAT e do aclamado Abril pro Rock (quebrando o antigo tabu de que um artista não poderia tocar nos dois palcos no mesmo ano), do Festival PE Nação Cultural, do Festival de Inverno de Garanhuns. Em todos angariou mais uma vez elogios de crítica e público sendo considerado revelação do REC BEAT e Abril pro Rock e alçado a “nova revelação da música pernambucana e brasileira”.

Tibério é um artista dinâmico, atento. Em sua curta carreira já deu diversas provas de sua versatilidade e ousadia. No Abril pro Rock, mandou produzir uma versão econômica do disco e vendeu ao preço simbólico de R$2. A atitude virou notícia e levantou questões importantes ao divulgar o resultado da ação: 1 mil discos promocionais vendidos em apenas dois dias.

Parceiros
Bandarra é um disco que nasceu e caminha através dos abraços. Foi produzido pelo Sunga Trio, formado por China, Chiquinho (Mombojo) e Homero Basílio e conta com nomes prestigiados de Pernambuco como Areia (baixo acústico) e Yuri Queiroga (guitarra). Além de convidados como o aclamado acordeonista Toninho Ferraguti e Vítor Araújo que além do piano apresenta seu lado compositor.

Co-intitulado “O caminho que vai dar no sol”, valoriza tudo que é orgânico e por isso foi gravado ao vivo e mixado em uma mesa analógica. Também teve a arte feita com as mãos pelo artista gráfico Raul Luna a partir de fotografias de Louise Vaz.

www.tiberioazul.com.br

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