

{"id":4558,"date":"2012-12-01T12:25:06","date_gmt":"2012-12-01T15:25:06","guid":{"rendered":"http:\/\/portalfloresnoar.com\/floresnoar\/?p=4558"},"modified":"2012-12-01T12:27:58","modified_gmt":"2012-12-01T15:27:58","slug":"o-som-do-pianista-pernambucano-vitor-araujo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portalfloresnoar.com\/floresnoar\/o-som-do-pianista-pernambucano-vitor-araujo\/","title":{"rendered":"O som do pianista pernambucano Vitor Ara\u00fajo!"},"content":{"rendered":"<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/w.soundcloud.com\/player\/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Fplaylists%2F2781871&amp;show_artwork=true\" frameborder=\"no\" scrolling=\"no\" width=\"100%\" height=\"450\"><\/iframe><\/p>\n<p>(texto reproduzido do site <a href=\"http:\/\/www.vitoraraujo.com.br\" target=\"_blank\">http:\/\/www.vitoraraujo.com.br<\/a>)<\/p>\n<p><em>Por Tib\u00e9rio Azul<\/em><\/p>\n<p><em><\/em><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-4561\" title=\"vitor-ara\u00fajo-foto-divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"http:\/\/portalfloresnoar.com\/floresnoar\/wp-content\/uploads\/2012\/12\/vitor-ara\u00fajo-foto-divulga\u00e7\u00e3o1-300x199.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"199\" srcset=\"https:\/\/portalfloresnoar.com\/floresnoar\/wp-content\/uploads\/2012\/12\/vitor-ara\u00fajo-foto-divulga\u00e7\u00e3o1-300x199.jpg 300w, https:\/\/portalfloresnoar.com\/floresnoar\/wp-content\/uploads\/2012\/12\/vitor-ara\u00fajo-foto-divulga\u00e7\u00e3o1-150x99.jpg 150w, https:\/\/portalfloresnoar.com\/floresnoar\/wp-content\/uploads\/2012\/12\/vitor-ara\u00fajo-foto-divulga\u00e7\u00e3o1-400x265.jpg 400w, https:\/\/portalfloresnoar.com\/floresnoar\/wp-content\/uploads\/2012\/12\/vitor-ara\u00fajo-foto-divulga\u00e7\u00e3o1.jpg 580w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>Quando Vitor Ara\u00fajo surgiu pisando no piano muitos estranharam, teceram cr\u00edticas, outros elogiaram, e tantos acreditaram se tratar apenas de um arroubo juvenil. N\u00e3o era. Porque V\u00edtor n\u00e3o pisava simplesmente no piano, ele mergulhava no instrumento como um casal adolescente descobre pela primeira vez a vontade de se perder no outro. Naquele ato o artista apresentava tudo o que propunha: imergir sem pudor ou freio. Raiz de toda concep\u00e7\u00e3o art\u00edstica, ele dizia muito mesmo sem saber ao certo.<\/p>\n<p>Agora em novo trabalho o garoto atrevido mant\u00eam o movimento e volta a pisar, s\u00f3 que n\u00e3o mais no piano e sim em um cora\u00e7\u00e3o ferido. Ele pisa, mergulha e se funde com ele, rasga, acaricia, revira, solta e nos apresenta um disco de puro sentimento, cru, t\u00e3o sem interfer\u00eancia que decidiu por n\u00e3o cerce\u00e1-lo com nomes. O disco \u00e9 chamado apenas de &#8220;A\/B&#8221;, um t\u00edtulo que se limita a forma como ele est\u00e1 organizado, com Lado A e Lado B, e deixa livre o ouvinte para suas pr\u00f3prias imers\u00f5es. Uma obra t\u00e3o intensa que deve ser ouvida de uma vez s\u00f3 e com longa pausa para a segunda audi\u00e7\u00e3o.<!--more--><\/p>\n<p>Logo de partida, A\/B nos carrega para um lugar desconhecido e abre a porta do por\u00e3o onde guardamos (escondemos?) in\u00fameras sensa\u00e7\u00f5es. \u00c9 um convite e caso o ouvinte se apodere do medo \u00e9 prudente parar por a\u00ed, porque Vitor vai mais fundo e j\u00e1 avisa nos t\u00edtulos das quatro faixas do lado A: Solid\u00e3o n.1, Solid\u00e3o n.2, Solid\u00e3o n.3 e Solid\u00e3o n.4.<\/p>\n<p>Nas m\u00fasicas seguintes o sentimento \u00e9 revirado de um lado para o outro e para o outro para que se expresse e desentranhe de tantos sustos. Ara\u00fajo solta as amarras do cora\u00e7\u00e3o que pisa e gradativamente o liberta. Sem julgamentos e de m\u00e3os dadas sobe as escadas do por\u00e3o com uma t\u00e9cnica precisa, vai at\u00e9 a porta j\u00e1 aberta e o apresenta ao mundo como \u00e9: debilitado, raivoso, pulsante, vivo\u2026 e ent\u00e3o inicia o Lado B.<\/p>\n<p>No Lado B ouvimos o sentimento liberto, que oscila, transcende, grita, se expressa como um grito engasgado por d\u00e9cadas ou um sussurro proibido por s\u00e9culos. Nesse parte Vitor agrega grandiosos convidados como Nan\u00e1 Vasconcelos, na releitura da m\u00fasica Jongo, de Lorenzo Fernandez, e na m\u00fasica Veloce de Claude Bolling com o grupo Rivotril. Ali\u00e1s, as duas \u00fanicas faixas que n\u00e3o s\u00e3o de autoria do pr\u00f3prio artista.<\/p>\n<p>A\/B conta ainda com uma poema sonoro do multi instrumentista Yuri Queiroga no final da m\u00fasica Bai\u00e3o e termina de forma inesperada com o grupo de rock instrumental Macaco Bong com a composi\u00e7\u00e3o Pulp. Al\u00e9m da doutoura em piano erudito pela UFRGS Stefanie Freitas que interpreta a Solid\u00e3o n.4 e de Guizado, que participa da Solid\u00e3o n.3 com seu trompete.<\/p>\n<p>Como n\u00e3o podia deixar de ser, o \u00e1lbum sai de forma independente. Gravado entre Recife, Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo foi mixado por Buguinha Dub e teve a arte gr\u00e1fica feita pelo artista pl\u00e1stico Raul Luna.<\/p>\n<p>Vitor Ara\u00fajo j\u00e1 foi considerado um menino prod\u00edgio no in\u00edcio da carreira por conta da extrema habilidade no piano. Cresceu em idade e desenvoltura, circulou, lan\u00e7ou o DVD Toc, conquistou p\u00fablico, novos amigos, ganhou pr\u00eamios, passeou pela imprensa e televis\u00e3o nacional, construiu um admir\u00e1vel curr\u00edculo. Curr\u00edculo que sem pestanejar larga no canto para jogar-se em uma aventura art\u00edstica, para fundir-se em um cora\u00e7\u00e3o cheio de feridas e delas produzir arte.<\/p>\n<p>O destemor dos artistas que marcam um tempo.<\/p>\n<p>FA\u00c7A O DOWNLOAD DO DISCO A\/B <strong><a href=\"http:\/\/www.vitoraraujo.com.br\/#!\/download\" target=\"_blank\">AQUI<\/a><\/strong>!<\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\">&#8211;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\">&#8211;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\">&#8211;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\">&#8211;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\">&#8211;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\">&#8211;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\">&#8211;<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>(texto reproduzido do site http:\/\/www.vitoraraujo.com.br) Por Tib\u00e9rio Azul Quando Vitor Ara\u00fajo surgiu pisando no piano muitos estranharam, teceram cr\u00edticas, outros elogiaram, e tantos acreditaram se tratar apenas de um arroubo juvenil. 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