

{"id":33051,"date":"2018-03-01T16:47:03","date_gmt":"2018-03-01T19:47:03","guid":{"rendered":"http:\/\/portalfloresnoar.com\/floresnoar\/?p=33051"},"modified":"2018-06-13T21:49:21","modified_gmt":"2018-06-14T00:49:21","slug":"agenda-pe-oficina-laboratorio-experimentacoes-em-performance-como-filosofia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portalfloresnoar.com\/floresnoar\/agenda-pe-oficina-laboratorio-experimentacoes-em-performance-como-filosofia\/","title":{"rendered":"[AGENDA PE] &#8216;Oficina &#8211; Laborat\u00f3rio experimenta\u00e7\u00f5es em performance como filosofia&#8217;"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_33052\" aria-describedby=\"caption-attachment-33052\" style=\"width: 616px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-33052\" src=\"http:\/\/portalfloresnoar.com\/floresnoar\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/pele-sem-corpo.jpg\" alt=\"\" width=\"616\" height=\"449\" srcset=\"https:\/\/portalfloresnoar.com\/floresnoar\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/pele-sem-corpo.jpg 720w, https:\/\/portalfloresnoar.com\/floresnoar\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/pele-sem-corpo-300x219.jpg 300w, https:\/\/portalfloresnoar.com\/floresnoar\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/pele-sem-corpo-700x510.jpg 700w\" sizes=\"(max-width: 616px) 100vw, 616px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-33052\" class=\"wp-caption-text\">Pele sem Corpo | Carol Marim e Fernando Code\u00e7o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Em junho a Maumau recebe a<strong> Oficina &#8211; Laborat\u00f3rio experimenta\u00e7\u00f5es em performance como filosofia\u00a0<\/strong>de Carol Marim, bailarina contempor\u00e2nea e p\u00f3s-doutora em Filosofia. A oficina foi pensada em quatro m\u00f3dulos inter-relacionados. A continuidade \u00e9 recomendada para aqueles que desejam aprofundar o trabalho. Cada m\u00f3dulo t\u00eam uma carga hor\u00e1ria de 14 horas distribu\u00eddas em dois fins de semana, nos dias\u00a09 ,10 ,16 e 17 de junho de 2018 ( s\u00e1bados e domingos), das\u00a014h \u00e0s 17h.\u00a0As inscri\u00e7\u00f5es est\u00e3o abertas para o M\u00f3dulo I.<\/p>\n<p>De acordo com Carol Marim, a oficina tem como objetivo geral, atrav\u00e9s da metodologia de Performance como \ufb01loso\ufb01a, investigar as diferentes quest\u00f5es que nos movem, tendo como principal ponto de partida o corpo morto, corpo como puro fluxo, composto por part\u00edculas infinitas que variam sem cessar. Corpo aberto \u00e0s virtualidades, disposto ao encontro com a vertigem do caos. Corpo que faz dan\u00e7ar o pensamento. &#8220;A oficina pretende servir de campo para pesquisas de \u00e2mbito pessoal e coletivo, tendo em vista a organiza\u00e7\u00e3o de pensamentos, perguntas e quest\u00f5es que atravessam o corpo e o ambiente que o circunda.&#8221;<\/p>\n<p><strong>P\u00fablico-Alvo<\/strong><br \/>\nA o\ufb01cina-laborat\u00f3rio \u00e9 aberta a todas as pessoas que tenham interesse em participar. Sem restri\u00e7\u00f5es de saberes e corpos pr\u00e9vios, dado que compreendemos que cada participante tem uma rica e pr\u00f3pria experi\u00eancia, e \u00e9 precisamente atrav\u00e9s da diversidade das mesmas que este laborat\u00f3rio se tornar\u00e1 mais interessante e multigerador. Grupo limitado (M\u00e1ximo de 15 pessoas). Se pede aos participantes o uso de roupas confort\u00e1veis a fim de poder realizar algumas atividades f\u00edsicas de alongamento e de contato-improvisa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Metodologia<\/strong><br \/>\nA proposta Performance como Filoso\ufb01a trata de pensar o mundo como espa\u00e7o de composi\u00e7\u00e3o, em que o \u00e9tico e o pol\u00edtico se fazem no pr\u00f3prio evento. O que importa n\u00e3o \u00e9 apenas a imagem do movimento, mas o que acontece entre as imagens, o que se passa entre os movimentos e n\u00e3o no movimento em si, sua dura\u00e7\u00e3o, mas nas virtualidades que escoam e ecoam entre eles.<\/p>\n<p>A performance \u00e9 a escrita e o pr\u00f3prio pensamento em movimento.<\/p>\n<p>Neste modo de pensar\/sentir, a linguagem \u00e9 criativamente encerrada dentro de tonalidades afetivas de como pode ser ouvida, vivida, escrita e imaginada. Os corpos s\u00e3o puro ritmo pl\u00e1stico. Tornar-se um corpo, que \u00e9 um corpo sensorial em movimento, um corpo que resiste \u00e0 prede\ufb01ni\u00e7\u00f5es em termos de subjetividade e objetividade ou identidade.<\/p>\n<p>A proposta \u00e9 de ruptura da separa\u00e7\u00e3o das abordagens est\u00e9tico, \ufb01los\u00f3\ufb01ca e epist\u00eamica de saber, na qual pesquisa e cria\u00e7\u00e3o n\u00e3o est\u00e3o separadas e s\u00e3o produzidas pelo corpo em movimento. Foto, v\u00eddeo, poesia, cria\u00e7\u00e3o musical, capta\u00e7\u00e3o de imagens e sons, n\u00e3o constituem-se apenas como ferramentas de registro ou meros adornos ou acompanhamentos, mas constituem-se como alongamentos sensoriais dos corpo-pele.<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s do corpo em movimento as mem\u00f3rias afetivas se revelam e a partir delas buscaremos re\ufb02etir sobre:<\/p>\n<p>Como integrar as concep\u00e7\u00f5es dualistas convencionais de corpo f\u00edsico, mental, org\u00e2nico, sociocultural, atrav\u00e9s da proposta de um corpo-pele. No qual reconhecemos que a nossa pele \u00e9 o c\u00e9rebro e, portanto, somos circuitos sens\u00edveis, tocados por diferentes eventos, em diferentes pontos e de diversas maneiras criando um \u201cambiente\u201d dentro, fora e entre.<\/p>\n<p>Duas dimens\u00f5es da experi\u00eancia, a participa\u00e7\u00e3o imediata do acontecimento no mundo que \u00e9 mais amplo do que a pr\u00f3pria experi\u00eancia \u2013 sua atividade. Segundo, fazer algo efetivamente \u00e9 sentir \u2013 registrar.<\/p>\n<p>Produ\u00e7\u00e3o de uma cartogra\ufb01a sens\u00edvel, inscrita e escrita na pele dos corpos em movimento. No \u201centre\u201d acidentes internos (emo\u00e7\u00f5es, humores, dores) e externos (pedras, \u00e1gua, plantas, polui\u00e7\u00e3o visual, sonora e do ar) acontece o tr\u00e2nsito, onde se renasce constantemente, se experiencia o limite, correndo o risco, estando fora do conhecido, isto \u00e9, saindo do conforto do A possibilidade de criar uma nova cartogra\ufb01a na pele, com e na cidade.<\/p>\n<p>A Performance entendida como um dispositivo \ufb01los\u00f3\ufb01co de um ethos do n\u00e3o-ainda e de uma pol\u00edtica no fazer.<\/p>\n<p>Assim a O\ufb01cina \u2013 Laborat\u00f3rio de Performance e Filosofia tem como primeiro m\u00f3dulo (Introdut\u00f3rio) a proposta de apresentar alguns procedimentos e proposi\u00e7\u00f5es para a multiplicidade dos corpos, tanto de suas rela\u00e7\u00f5es consigo mesmo, como com o ambiente e seu contorno, de modo a experimentar a performance como produ\u00e7\u00e3o de pensamento, do fazer \ufb01los\u00f3\ufb01co, art\u00edstico, \u00e9tico e pol\u00edtico.<\/p>\n<p>Como podemos ser geradores de propostas de situa\u00e7\u00f5es em diferentes espa\u00e7os, modi\ufb01cando e sendo modi\ufb01cados, ao mesmo tempo que produzimos nosso corpo e nossa a\u00e7\u00e3o no mundo?<\/p>\n<p><strong>Marco Te\u00f3rico e Pr\u00e1tico<\/strong><br \/>\nAlguns dos principais aportes te\u00f3ricos e pr\u00e1ticos tem norteado a investiga\u00e7\u00e3o em performance e \ufb01loso\ufb01a de Carol Marim, como: Erin Manning, Brian Massumi, Kuniichi Uno, Whitehead, Suely Rolnik, Eleonora Fabiano, Sarah Ahmed, William James, Eduardo Viveiros de Castro, Aaron Ben Ze\u2019ev, Martha Nussbaum, Hilan Bensusan, Fl\u00e1vio de Carvalho, M\u00e1rcia X, Alex Hamburguer, Regina Jos\u00e9 Galindo, Jo\u00e3o Fiadeiro, Soraia Jorge. A proposta de Performance como Filosofia tem sido costurada nos \u00faltimos 7 anos em seu projeto Costuras do Real, principalmente com a s\u00e9rie \u201cVestindo Peles\u201d. Dentre os aportes pr\u00e1ticos em dan\u00e7a e performance est\u00e3o: but\u00f4, contato-improvisa\u00e7\u00e3o, procedimentos em eventos no fazer (sense lab), composi\u00e7\u00e3o em tempo real (Atelier Real).<\/p>\n<p><strong>M\u00f3dulo I<\/strong> \u2013 O que pode um corpo?<br \/>\n<strong>M\u00f3dulo II<\/strong> \u2013 Ru\u00eddo e sil\u00eancio<br \/>\n<strong>M\u00f3dulo III<\/strong> \u2013 Escuta e acolhimento<br \/>\n<strong>M\u00f3dulo IV<\/strong> \u2013 Tecendo Mem\u00f3rias<\/p>\n<p><strong>OFICINA \u2013 LABORAT\u00d3RIO EXPERIMENTA\u00c7\u00d5ES EM PERFORMANCE COMO FILOSOFIA<\/strong><br \/>\n<strong> M\u00f3dulo I<\/strong><\/p>\n<p><em>Objetivo:<\/em><br \/>\nIntrodu\u00e7\u00e3o \u00e0 metodologia Performance como Filoso\ufb01a<\/p>\n<p><em>Descri\u00e7\u00e3o:<\/em><br \/>\nO que pode um corpo? O que nos anima? Como \u201cse fazer dan\u00e7a\u201d? Como dan\u00e7ar o lugar?<\/p>\n<p>No but\u00f4 de Tadashi Endo, MA \u00e9 estar entre. Compreendido como o intervalo de tempo\u00ad\/espa\u00e7o, no qual a dan\u00e7a captura for\u00e7as e acontece como tr\u00e2nsito. Ali se renasce constantemente. Onde encontra-se um lugar\/n\u00e3o lugar, espa\u00e7o\/\u00adtempo entre um movimento e o outro, zona de indetermina\u00e7\u00e3o onde as virtualidades e pot\u00eancias do corpo se potencializam. Dan\u00e7ar o lugar \u00e9 estar sempre no limite, correndo o risco, estando fora do conhecido, isto \u00e9, saindo do conforto de nosso cotidiano, como lugar dado. A possibilidade, por exemplo, de se \u201cfazer\/tornar-se \u00adanimal\u201d, \u201cfazer\/tornar-se pedra\u201d\u00ad, \u201cfazer\/tornar-se impercept\u00edvel\u201d, ser fr\u00e1gil e prec\u00e1rio, estar no m\u00ednimo de equil\u00edbrio, fugindo sempre de qualquer estabilidade.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, como dan\u00e7ar estas e tantas quest\u00f5es que nos atravessam cotidianamente?<\/p>\n<p>Partindo da ideia de que conceitos s\u00e3o \u2018eventos no fazer\u2019 e o pensamento n\u00e3o \u00e9 apenas um hospede do corpo, dan\u00e7ar surge como a possibilidade de experimenta\u00e7\u00e3o e pensamento. Nesta proposta de filosofia e performance, a filosofia n\u00e3o \u00e9 utilizada como ferramenta de an\u00e1lise, mas ela \u00e9 o pr\u00f3prio corpo em movimento. Quais quest\u00f5es te mobilizam? Como pode o corpo responde-las?<\/p>\n<p>A performance \u00e9 a escrita e o pr\u00f3prio pensamento em movimento. Criar conceitos implica mover-se com pr\u00e9-articula\u00e7\u00f5es da linguagem. E, a linguagem neste caso, ainda n\u00e3o conhece o que algo significa, n\u00e3o definiu aonde ela pode ir. A linguagem est\u00e1 criativamente mergulhada dentro de tonalidades afetivas, de como pode ser ouvido, vivido, escrito e imaginado. Por isso, algumas t\u00e9cnicas do but\u00f4 \u00e9 nosso ponto de partida. Dan\u00e7a o lugar \u00e9 o corpo morto, aquele que deu morte \u00e0 consci\u00eancia que organiza, que tem autonomia para al\u00e9m dela. Quando o corpo morto se expressa n\u00e3o \u00e9 um eu quem fala, mas cada m\u00fasculo na sua autonomia e singularidade. Com ele poss\u00edveis se atualizam constantemente e o corpo como multiplicidade se afirma.<\/p>\n<p>Assim, a proposta dos encontros \u00e9 apresentar procedimentos e t\u00e9cnicas nas quais pensamento e movimento se fundem. Onde a escolha de uma quest\u00e3o, resist\u00eancia, emo\u00e7\u00e3o, de um objeto ou obst\u00e1culo nos coloca em movimento e este encontro \u00e9 quem possibilita a cria\u00e7\u00e3o do pensamento e da performance. Utilizaremos diferentes t\u00e9cnicas de improvisa\u00e7\u00e3o em dan\u00e7a como recurso de cria\u00e7\u00e3o das performances. No primeiro m\u00f3dulo (4 aulas), temos como proposta inicial pensar sobre o movimento da escuta de si mesmo. Quais quest\u00f5es te movem? Como dan\u00e7a-las?<\/p>\n<p>Para isto partiremos da experimenta\u00e7\u00e3o do corpo morto. Como diz Hijikata, \u201cBut\u00f4 \u00e9 um cad\u00e1ver levantando, desesperadamente, em busca de um pouco de vida.\u201d Dan\u00e7a\u00ad-se o lugar, porque se \u00e9 cad\u00e1ver e sendo cad\u00e1ver se afirma a vida, essa que passa pelo humano e continua seu caminho para al\u00e9m de n\u00f3s mesmos. Sentir o MA como seu Umwelt (ambiente), como esse a\u00ed invis\u00edvel que cont\u00e9m um caldo ca\u00f3tico, onde se tem que mergulhar para trazer um novo corpo. Pensar o mundo como espa\u00e7o de composi\u00e7\u00e3o, onde o pol\u00edtico se faz no corpo em movimento.<\/p>\n<p><strong>Cronograma<\/strong><br \/>\n<em><strong>Dia 1 \u2013 Performance como Filosofia<\/strong><\/em><br \/>\nIntrodu\u00e7\u00e3o \u00e0 metodologia Performance como Filosofia;<br \/>\nExperimenta\u00e7\u00e3o das proposi\u00e7\u00f5es e procedimentos para a pesquisa corporal;<\/p>\n<p><em><strong>Dia 2 \u2013 Corpo Morto<\/strong><\/em><br \/>\nAtiva\u00e7\u00e3o dos corpos atrav\u00e9s de t\u00e9cnicas de but\u00f4;<br \/>\nExerc\u00edcios de contato-improvisa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><em><strong>Dia 3 \u2013 Composi\u00e7\u00e3o<\/strong><\/em><br \/>\nReuni\u00e3o dos atravessamentos e cria\u00e7\u00e3o das performances;<br \/>\nT\u00e9cnicas de composi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><em><strong>Dia 4 \u2013 Finaliza\u00e7\u00e3o e resultados<\/strong><\/em><br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o final e novas aberturas;<br \/>\nRealiza\u00e7\u00e3o das performances no espa\u00e7o.<\/p>\n<p><em><strong>Sobre Carol Marim<\/strong><\/em><br \/>\nCarol Marim \u00e9 bailarina contempor\u00e2nea e p\u00f3s-doutora em filosofia. Atualmente \u00e9 professora substituta na \u00e1rea Est\u00e9tica no Departamento de Filosofa da UFPE. Vem realizando desde fevereiro projeto de Extens\u00e3o em Performance e Filosofia dentro do convenio UFPE \u2013 Cine-Teatro Bianor Mendon\u00e7a Filho, na cidade de Camaragibe\/PE. Nasceu em S\u00e3o Paulo\/SP e atualmente reside em Recife\/PE. Participou dos grupos de dan\u00e7a Mergulho no corpo (1998-2004\/ Florian\u00f3polis\/SC) e Caf\u00e9 Reason Butoh Dance Theatre (2008-09\/ Oxford\/UK). Entre 2009 e 2011, fez a forma\u00e7\u00e3o de Bailarino Contempor\u00e2nea na Escola Angel Vianna (Rio de Janeiro\/RJ). Desde 2001 vem realizando diversas performances e participando de festivais, tanto no Brasil, como o festival Panorama de dan\u00e7a, como em outros pa\u00edses. Suas performances s\u00e3o normalmente realizadas em espa\u00e7os p\u00fablicos. Em 2015, a convite da curadora Sonia Salcedo del Castilho, parte da s\u00e9rie Vestindo Peles ocupou o p\u00e1tio central do Centro Cultural da Caixa junto a exposi\u00e7\u00e3o Asas a Ra\u00edzes, tendo tamb\u00e9m realizado a performance Costurando Pedras. Tem como principal pesquisa filos\u00f3fica e perform\u00e1tica atualmente as teorias contempor\u00e2neas das emo\u00e7\u00f5es, proposta de filosofia como performance, que integra o projeto de pesquisa Costuras do Real. Recentemente criou a Cia Faniquito \u2013 grupo de experimentos em performance e filosofia \u2013 cujo prop\u00f3sito \u00e9 de arriscar, est\u00e9tica e fisicamente, quebrar as barreiras entre filosofia, artes e outras linguagens e, acima de tudo, colocar perguntas para o corpo e o ambiente entorno de maneira clara e despretensiosa. Inspirada nos preceitos do Iki, busca uma est\u00e9tica da simplicidade, ef\u00eamera, instaurada no cotidiano.<\/p>\n<p>SERVI\u00c7O:<br \/>\n<strong>OFICINA \u2013 LABORAT\u00d3RIO EXPERIMENTA\u00c7\u00d5ES EM PERFORMANCE COMO FILOSOFIA<\/strong><br \/>\nM\u00f3dulo I \u2013 O que pode um corpo?<br \/>\nDatas: 9\/10 e 16\/17 de junho ( s\u00e1bados e domingos)<br \/>\nHora: 14h \u00e0s 17h30<br \/>\nInvestimento: R$ 400,00 \u00e0 vista ou 2x 220,00<\/p>\n<p><strong>Inscri\u00e7\u00f5es e informa\u00e7\u00f5es:<\/strong><br \/>\ncaroline.marim@gmail.com | (81) 99722-0535<br \/>\n<a href=\"https:\/\/carolinemarim.wixsite.com\/carolmarim\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/carolinemarim.wixsite.com\/carolmarim<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em junho a Maumau recebe a Oficina &#8211; Laborat\u00f3rio experimenta\u00e7\u00f5es em performance como filosofia\u00a0de Carol Marim, bailarina contempor\u00e2nea e p\u00f3s-doutora em Filosofia. 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