

{"id":30663,"date":"2017-09-08T08:22:56","date_gmt":"2017-09-08T11:22:56","guid":{"rendered":"https:\/\/portalfloresnoar.com\/floresnoar\/?p=30663"},"modified":"2021-08-31T19:48:09","modified_gmt":"2021-08-31T22:48:09","slug":"sobre-afrodite-a-negacao-da-deusa-e-a-doenca-psicossomatica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portalfloresnoar.com\/floresnoar\/sobre-afrodite-a-negacao-da-deusa-e-a-doenca-psicossomatica\/","title":{"rendered":"[CAIXA DE PANDORA] Sobre Afrodite&#8230; A nega\u00e7\u00e3o da Deusa e a doen\u00e7a psicossom\u00e1tica"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-30664\" src=\"https:\/\/portalfloresnoar.com\/floresnoar\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/afrodite_por-juliana-florencio.jpg\" alt=\"\" width=\"607\" height=\"911\" srcset=\"https:\/\/portalfloresnoar.com\/floresnoar\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/afrodite_por-juliana-florencio.jpg 720w, https:\/\/portalfloresnoar.com\/floresnoar\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/afrodite_por-juliana-florencio-200x300.jpg 200w, https:\/\/portalfloresnoar.com\/floresnoar\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/afrodite_por-juliana-florencio-466x700.jpg 466w\" sizes=\"(max-width: 607px) 100vw, 607px\" \/><\/p>\n<p>|\u00a0<em>Por\u00a0<a href=\"http:\/\/portalfloresnoar.com\/guiafloresnoar\/juliana-florencio\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Juliana Florencio*<\/a><\/em>\u00a0|<\/p>\n<p>\u00c9 no corpo que a vida acontece.<\/p>\n<p>O que dizer de Afrodite? Que ela \u00e9 a deusa da beleza? Sim. Afrodite \u00e9 a deusa mais bela! E sob sua responsabilidade est\u00e1 toda a beleza do mundo&#8230;<\/p>\n<p>O que mais falar sobre Afrodite? Que ela \u00e9 a deusa do amor? Sim. Afrodite \u00e9 a deusa que gera as liga\u00e7\u00f5es&#8230; os elos, pois incita as uni\u00f5es&#8230;<\/p>\n<p>Afrodite nasce das espumas do mar. Nua, na praia, as Horas a ornam lindamente com roupas e j\u00f3ias.<\/p>\n<p>Uma divindade considerada oriental. Seria a forma grega da deusa da fecundidade e das \u00e1guas fertilizantes.<\/p>\n<p><em>\u201cA esta divindade do prazer pelo prazer, do amor universal, que circula na veia de todas as criaturas, porque antes de tudo, Afrodite \u00e9 a deusa das \u201csementes\u201d, da vegeta\u00e7\u00e3o.\u201d (BRAND\u00c3O, 2011, p.234)<\/em><\/p>\n<p>Deusa que vivia apaixonadamente e sem restringir seus amores. O casamento com o deus ferreiro Hefesto n\u00e3o a impediu de viver suas paix\u00f5es: Ares, Ad\u00f4nis, Anquises, Hermes, Dioniso, o pr\u00f3prio Zeus.<\/p>\n<p>Sim&#8230; Deusa da beleza, do amor e das uni\u00f5es.<\/p>\n<p>Afrodite, assim como Dioniso, \u00e9 uma das divindades mais controvertidas e que geram maior ambiguidade em rela\u00e7\u00e3o aos seus atributos e poderes.<\/p>\n<p>Sua presen\u00e7a na psique coletiva causa v\u00e1rios desdobramentos interessantes.<\/p>\n<p>Por reger o mundo dos prazeres &#8211; do prazer sensorial, sensitivo, do prazer pelo prazer &#8211; sua imagem \u00e9 muitas vezes relegada a uma mera sensualista, capaz de provocar paix\u00f5es carnais e fazer os humanos e deuses viverem seus desejos sem freios.<\/p>\n<p>Tanto que, assim como Dioniso, \u00e9 considerada uma deusa estrangeira&#8230; deusa do oriente&#8230; O oriente misterioso e perigoso para os gregos. Uma deusa desse tipo contraria os ideais hel\u00eanicos.<\/p>\n<p>O maior erro que um grego poderia cometer era a hybris, os atos desmedidos, e Afrodite causava paix\u00f5es viscerais a seu bel prazer, assim como as vivia&#8230; amores sensuais irresist\u00edveis.<\/p>\n<p>\u201cAfrodite \u00e9 o s\u00edmbolo das for\u00e7as irrefre\u00e1veis da fecundidade, n\u00e3o propriamente em seus frutos, mas em fun\u00e7\u00e3o do desejo ardente que essas mesmas for\u00e7as irresist\u00edveis ateiam nas entranhas de todas as criaturas.\u201d (BRAND\u00c3O, 2011, p.235)<\/p>\n<p>O hino hom\u00e9rico exalta o poder de Afrodite, frequentemente descrita rodeada por animais ferozes que, inebriados pela sua presen\u00e7a, acasalavam-se. Nem mesmo Zeus, o rei dos deuses do Olimpo, resistia aos seus encantos:<br \/>\n<em>Ela transforma at\u00e9 mesmo o ju\u00edzo de Zeus, o deus dos raios, o mais poderoso de todos os Imortais; e embora seja t\u00e3o s\u00e1bio, a deusa faz dele o que quer&#8230; Quando escala o Ida de mil fontes, seguem-na, acariciando-a, lobos cinzentos, fulvos le\u00f5es, ursos, velozes panteras, \u00e1vidas de procriar. Ao v\u00ea-los, a deusa se enche de alegria e lhes instila o desejo no peito. Ent\u00e3o dirigem-se todos, para se acasalar \u00e0 sombra dos vales. (Hh. A Afrodite Apud BRAND\u00c3O, 2011, p. 235)<\/em><\/p>\n<p><em>\u201cEm Atenas, um dos ep\u00edtetos da deusa era Heta\u00edra, hetera, &#8216;companheira, amante, cortes\u00e3, concubina&#8217; (\u2026) Tal ep\u00edteto certamente se deve a um outro de Afrodite, a Pand\u00eamia.\u201d (BRAND\u00c3O, 2011, p. 234)<\/em><\/p>\n<p>Afrodite tamb\u00e9m era respons\u00e1vel por caprichos e vingan\u00e7as terr\u00edveis. Outra caracter\u00edstica que a remonta \u00e0 hybris, t\u00e3o mal quista pelos gregos.<\/p>\n<p>Em suas vingan\u00e7as era capaz de causar paix\u00f5es animalescas ou incestuosas que sempre levavam a trag\u00e9dias familiares e at\u00e9 mesmo de um reino todo, como na guerra de Tr\u00f3ia.<\/p>\n<p>Quase sempre essas vingan\u00e7as se configuravam quando Afrodite sentia-se n\u00e3o honrada, n\u00e3o adorada em sua divindade. Por ser tratar de um arqu\u00e9tipo, algumas estrat\u00e9gias foram utilizada para lidarmos com sua apari\u00e7\u00e3o, afinal a deusa do amor e da beleza do mundo nunca poderia ser relegada a um plano inferior no psiquismo e na constru\u00e7\u00e3o social, &#8211; apesar de esfor\u00e7os da moral e do consciente para que isso acontecesse &#8211; pois sua presen\u00e7a no inconsciente coletivo e individual n\u00e3o pode ser negada.<\/p>\n<p>A forma encontrada foi cindir Afrodite, dividi-la em Afrodite Urania e Afrodite Pand\u00eamia.<\/p>\n<p>Afrodite Urania teria maior liga\u00e7\u00e3o com a moral grega. Continua sendo a deusa da beleza, mas uma beleza et\u00e9rea, n\u00e3o carnalizada, n\u00e3o vivenciada, contemplativa, uma beleza sublime, idealizada, na qual, tal beleza, se uniria a aspectos \u00e9ticos. Da mesma forma o amor seria transformado em Afrodite Urania. Aqui cabe bem o conceito de amor plat\u00f4nico e a busca por se negar o corpo, a materialidade e sublimar o amor a partir de atributos vener\u00e1veis.<\/p>\n<p>Por outro lado, restou \u00e0 Afrodite Pand\u00eamia a vulgariza\u00e7\u00e3o dos prazeres, do real e palp\u00e1vel, da beleza, da intensidade da natureza, das paix\u00f5es carnais e do belo pelo belo, simplesmente. Foram rebaixados, tamb\u00e9m, aspectos sensoriais, dos sentidos do corpo, do sensual.<\/p>\n<p>Tendo em vista esse cen\u00e1rio, como esta cis\u00e3o de Afrodite influencia nosso psiquismo?<\/p>\n<p><em>Qualquer coisa experimentada fora do corpo, num sonho, por exemplo, n\u00e3o \u00e9 experimentada, a menos que \u201cincorporemos\u201d, porque o corpo significa o aqui e agora (JUNG, 1930)<\/em><\/p>\n<p>Existem abordagens, consideradas profundas, que buscam romper com a dicotomia mente-corpo. Seguindo a perspectiva junguiana, podemos dizer que uma doen\u00e7a pode existir para recolocar uma pessoa no seu caminho de individua\u00e7\u00e3o. Processo de individua\u00e7\u00e3o, <em>segundo Almeida, \u201c\u00e9 a luta da pessoa para tornar-se aquilo que realmente nasceu para ser\u201d (2009).<\/em><\/p>\n<p><em>De acordo com Jung:<\/em><br \/>\n<em> Processos do corpo, processos mentais desenrolam-se simultaneamente e de maneira totalmente misteriosa para n\u00f3s. \u00c9 por causa de nossa cabe\u00e7a lament\u00e1vel que n\u00e3o podemos conceber corpo e psique como sendo uma \u00fanica coisa. (apud FARAH, 1995)<\/em><\/p>\n<p>\u201cEncorporar\u201d transforma a vida.<\/p>\n<p><em>A possibilidade de sentir melhor as sensa\u00e7\u00f5es corp\u00f3reas modifica a imagem corporal, aumenta a consci\u00eancia corporal. H\u00e1 uma valoriza\u00e7\u00e3o deste corpo, muitas vezes esquecido. H\u00e1 uma nova organiza\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio corpo, da energia ps\u00edquica, e uma nova identidade, um novo ego se estrutura a partir das novas dimens\u00f5es corporais, observadas tamb\u00e9m pela psique (ALMEIDA, 1999, ALMEIDA, 2005).<\/em><\/p>\n<p>Dessa forma, a cis\u00e3o de Afrodite pode ser imageticamente relacionada com a polariza\u00e7\u00e3o mente-corpo. Disso adv\u00eam o surgimento de diversos adoecimentos de variados tipos e gravidade, bem como de in\u00fameras categoriza\u00e7\u00f5es, novos diagn\u00f3sticos e tratamentos cada vez mais especializados &#8211; a tend\u00eancia da medicina \u00e9 a superespecializa\u00e7\u00e3o e com isso a compartimentaliza\u00e7\u00e3o do humano.<\/p>\n<p>O aspecto vingativo de Afrodite se manifesta&#8230; Doen\u00e7as consideradas psicossom\u00e1ticas&#8230; \u201cExcesso\u201d de mente que faz o corpo adoecer&#8230; Pasmos nos perguntamos: \u201cMas isso \u00e9 psicol\u00f3gico&#8230; \u00c9 coisa da cabe\u00e7a&#8230; Como pode causar tanta dor e sofrimento?&#8230; Como n\u00e3o pode ser controlado?&#8230; Como pode ser t\u00e3o incapacitante? \u2026 Como pode atrapalhar tanto a vida?\u201d.<\/p>\n<p>Adoecimento aqui \u00e9 a encarna\u00e7\u00e3o da dor da alma.<\/p>\n<p>Afrodite reivindica seu lugar. Vinga-se por ter sido dividida \u2013 privada dela mesma &#8211; e rebaixada.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o das pervers\u00f5es poderiam ser vistas aqui tamb\u00e9m como consequ\u00eancia do recha\u00e7amento da sexualidade que viria a se manifestar de maneira adoecida. Bem como outros comprometimentos de uma sexualidade que exprimeria os aspectos vitalizantes de Afrodite, mas fica, dessa forma, prejudicada.<\/p>\n<p>Afrodite reivindica sua inteireza no ponto no qual foi cindida.<\/p>\n<p>Para al\u00e9m do psiquismo individual, esta cis\u00e3o \u00e9 evidente na nossa cultura carregada de estere\u00f3tipos e preconceitos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres. Tomando a partir do s\u00e9culo XIX \u2013 para n\u00e3o retornarmos \u00e0s bruxas e \u00e0 pr\u00f3pria Eva -, com a medicaliza\u00e7\u00e3o do corpo feminino, foram criados verdadeiros estatutos de desordens potenciais relacionadas \u00e0s mulheres. No discurso m\u00e9dico disciplinante do corpo reside uma tend\u00eancia em demonstrar que existe nas mulheres uma degenera\u00e7\u00e3o, da\u00ed a import\u00e2ncia de um controle (*1).<\/p>\n<p>Ser mulher, ao longo da hist\u00f3ria ocidental, esteve ligado ao incompleto (*2), ao degenerado, ao perigoso, ao amoral, \u00e0 fragilidade, \u00e0 impulsividade, \u00e0 falta de raz\u00e3o e, por conseguinte, \u00e0 loucura. \u00c9 importante retomar que v\u00e1rios aspectos do feminino foram demonizados, negativados.<\/p>\n<p>Dessa forma, podemos observar quantas loucuras e doen\u00e7as foram destinadas \u00e0s mulheres que n\u00e3o se enquadram aos modelos de feminino \u2013 mais uranianos &#8211; ou que n\u00e3o suportaram a opress\u00e3o de serem relegadas a um lugar de subalternidade e \u00e0s altas cobran\u00e7as por comportamentos sociais considerados adequados. (FLORENCIO, 2014)<\/p>\n<p>\u00c9 importante salientar que n\u00e3o se trata de \u201cescolher\u201d entre uma Afrodite e outra \u2013 categorizar como positivo ou negativo \u00e9 uma tend\u00eancia que temos para lidar com o que nos circunda. Jung ao falar da anima diz:<br \/>\n<em>(&#8230;) pois a vida n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o lado bom, \u00e9 tamb\u00e9m o lado mau. Porque a anima quer vida, ela quer o bem e o mau. (&#8230;) Tanto a vida no corpo como a vida ps\u00edquica t\u00eam a indiscri\u00e7\u00e3o de se portarem muito melhor e serem mais saud\u00e1veis sem a moral convencional. (JUNG, 2013, p.37)<\/em><\/p>\n<p>A problem\u00e1tica reside na cis\u00e3o, na nega\u00e7\u00e3o, no rebaixamento de aspectos de Afrodite, observados na nega\u00e7\u00e3o do corpo, dos instintos, dos aspectos do feminino, no excesso de mentaliza\u00e7\u00e3o, de idealiza\u00e7\u00f5es, de subservi\u00eancia ao \u201cmundo das ideias\u201d. Isso gera desvitaliza\u00e7\u00e3o revelados em adoecimentos, avareza er\u00f3tica, desvincula\u00e7\u00e3o, paix\u00f5es destrutivas, aus\u00eancia do beleza na vida.<\/p>\n<p>Honremos a deusa em sua inteireza, em sua plenitude. Estejamos em nossos corpos. Estar no corpo \u00e9 estar em si mesmo. \u00c9 poder voltar para si para poder encontrar com o outro. \u00c9 no corpo que a vida acontece.<\/p>\n<p><strong>REFER\u00caNCIAS BIBLIOGR\u00c1FICAS<\/strong><br \/>\nALMEIDA, L. H. H. A psicologia junguiana e o corpo no processo de individua\u00e7\u00e3o. In: ZIMMERMANN, E. B. (org). Corpo e Individua\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro: Vozes, 2009.<br \/>\nBRAND\u00c3O, J. S. Mitologia grega, vol. I. Rio de Janeiro: Vozes, 2011.<br \/>\nFARAH, R. M. Introdu\u00e7\u00e3o. In: ZIMMERMANN, E. B. (org). Corpo e Individua\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro: Vozes, 2009.<br \/>\nFLORENCIO, J. O cora\u00e7\u00e3o que renasce entre dores e cores, 2014.<br \/>\nJUNG, C. G. Os arqu\u00e9tipos e o inconsciente coletivo. Rio de Janeiro: Vozes, 2013.<br \/>\nVIEIRA, E. M. A medicaliza\u00e7\u00e3o do corpo feminino. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2002.<br \/>\nZIMMERMANN, E. B. (org). Corpo e Individua\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro: Vozes, 2009.<\/p>\n<p><em>*1 \u201cA \u201cnatureza feminina\u201d vai explicar a loucura, a degenera\u00e7\u00e3o moral, a criminalidade, de tal forma que a mulher \u00e9 considerada como um ser incapaz de autonomia. Apesar de deter o importante papel de transmissora da moral, a mulher \u00e9 um ser tutelado, de maneira que o modelo idealizado de m\u00e3e e esposa n\u00e3o possa ser negado sob o risco de transforma-la em doente. A doen\u00e7a passa a ter um significado de degenera\u00e7\u00e3o moral, e a ideia de mulher relaciona-se \u00e0 ideia de periculosidade.\u201d (VIEIRA, 2002)<\/em><\/p>\n<p><em>*2 \u201cA embriologia da \u00e9poca estabelece que o embri\u00e3o humano passava por todos os est\u00e1gios sucessivos de evolu\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies animais, quer dizer, o embri\u00e3o primeiro \u00e9 f\u00eamea, depois transforma-se em macho, portanto macho \u00e9 a \u00faltima etapa da evolu\u00e7\u00e3o, estado superior, enquanto o embri\u00e3o que permanece f\u00eamea, conhece uma parada de desenvolvimento.\u201d (KNIBIEHLER e FOUQUET, Apud VIEIRA, 2002).<\/em><\/p>\n<p><em>* Juliana Florencio \u00e9 psic\u00f3loga, arteterapeuta e terapeuta do Jogo da Areia (em forma\u00e7\u00e3o). Atualmente mora na regi\u00e3o de Stuttgart, Alemanha, onde realiza seus atendimentos.<\/em><br \/>\n<em>Email:\u00a0<a href=\"mailto:juflorenciocs@gmail.com\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">juflorenciocs@gmail.com<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>|\u00a0Por\u00a0Juliana Florencio*\u00a0| \u00c9 no corpo que a vida acontece. O que dizer de Afrodite? Que ela \u00e9 a deusa da beleza? Sim. Afrodite \u00e9 a deusa mais bela! E sob sua responsabilidade est\u00e1 toda a beleza do mundo&#8230; O que mais falar sobre Afrodite? Que ela \u00e9 a deusa do amor? Sim. 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