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‘A Terapia dos Aromas na essência do gestar e do nascer’

Por Maíra Darllen*
m_darllen@hotmail.com

Sobre um acolhimento da gestação, parto e puerpério com Aromaterapia

Cada gestar implica um mundo, permeado de possibilidades, de sonhos, por vezes de conflitos e abertura para clareza.

Nessa experiência humana, ritmada essencialmente pelo poder da terra, os corpos se moldam num ápice florescente de memórias de vida, de constelações familiares, da história de todas as mulheres do mundo… E nessas expressões tantas imagens pedem colo, ouvidos, sensatez e compreensão, para que os nascimentos de novos seres aconteçam de modo mais saudável.

O parto, enquanto manifestação de transição e de nova criação, tem a força de revelar crenças e sentimentos que guardadas no baú de nossa identidade, pode nos abrir espaço de desapego, renovação e maturação.

E neste trajeto, que apenas se dá em nosso espaço interno, algo pede cena: o nosso centramento, para a expressão do novo e verdadeiro tom de todos implicados nesse nascimento poder brotar, com novo ar e novos sentidos.

A Aromaterapia, então, se configura como uma das ferramentas complementares mais sutil e benéfica para mediação deste processo, uma vez que utiliza a terapêutica das essências medicinais de plantas aromáticas, 100% natural, em prol da modificação e alívio de sintomas de caráter físico e emocional.

Na medicina dos óleos essenciais há um amplo leque de perfis de plantas, derivados de raízes, resinas, sementes, madeiras, folhas e flores, que expressam parte da dinâmica natural de vida dos vegetais em forma de composições químicas, aromas e atmosfera que atuam por ressonância nas necessidades humanas de saúde e harmonia.

Em relação à experiência do gestar, parir e adaptar-se à transição do nascimento, a terapia dos aromas pode bem servir frente a sintomas comuns destas fases como inchaços; enjoos; azias; falta de ar; de leite; de vitalidade; ansiedade; medo; insegurança; para contribuir no desenrolar do trabalho de parto, dando suporte a uma percepção mais clara à pessoa que está fazendo uso sobre a potencialidade natural de seu corpo regenerar-se; assim como a serenidade frente ao tempo necessário de cada demanda ser intimamente transformada.

Para se beneficiar desta terapêutica, faz-se necessário um conhecimento amplo e seguro sobre os óleos essenciais, em seus caminhos de atuação; os possíveis modos de utilizá-los; os limites de segurança adequados para cada ciclo da gestação e do crescimento do bebê; seu método eficaz de manipulação, a fim de contribuir com um estado de saúde e harmonização consciente da mulher no cuidado com seu recém-nascido.

*Maíra Darllen é aromaterapeuta, doula e psicóloga.

Veja também:

Oficina ‘Aromaterapia – Gestação e Nascimento’ dia 17 de maio no Recife

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