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‘Sobre o Rec-Beat 2015…’

Por Evandro Sena

Passei meu carnaval liso, totalmente liso e queria viajar – sempre quero e nunca consigo, só pra variar. Mas foi legal: descansei, tomei umas cervejas que sobraram de uma festinha lá em casa e acompanhei o Festival Rec-Beat na companhia de alguns amigos (e sem beber… não tinha grana para isso).

Não sou crítico de música e nem pretendo, mas sou um entusiasta e um cara apaixonado e queria colocar aqui algumas percepções sobre o que vivi durante a edição comemorativa dos 20 anos de Rec-Beat – o festival que mais acompanhei em minha vida e até mesmo trabalhando (na época do Pina de Copacabana) e com dengue hemorrágica (alguns anos atrás quando eu morava na Rua da Aurora) estive presente neste liquidificador de estéticas musicais.

O Festival foi ótimo!!! Foi para mim uma das melhores edições (Claro que houveram uns probleminhas técnicos que me incomodaram de equalização e o acesso chatérrimo pois meu sonho é de que o festival não fosse no Carnaval… se bem que eu ia ficar o tempo todo trancado em casa neste carnaval se ele não existisse).

Destaco aqui os shows que de fato me impressionaram: DJ Dolores (pelo time da Banda Sonora e toda a criatividade musical) , Russo Passapusso (das atracões nacionais a melhor performance do Festival… sem nenhuma dúvida!!), Lucas e A Orquestra Dos Prazeres (pela maestria artística da experimentações percussivas… explorando o universo das raízes étnico-musicais da música popular brasileira), Matalanamão (pela energia do rock sem frescura e com a irreverência e espontaneidade que uma banda punk de fato deve ter), Dorit Chrysler (a maior surpresa do evento levando ao palco o supra-sumo da execução musical), Man or Astro-man? (um dos melhores shows dos 20 anos do Rec-Beat e a segunda maior surpresa da programação… a ex-extinta poderosa banda de punk-rock, noise-rock, surf-rock, psychobilly… ), Jam da Silva (por toda a pluralidade exercida de sua intensa experiência artística urbana e de pesquisa regionalista – um passarinho me contou que foi show que salvou a noite) e Juçara Marçal (a apresentação mais experimental, a musicalidade menos óbvia, a voz mais bonita e a emoção mais densa de todos os dias do evento e ainda contando com a presença do músico Thomas Rohrer… sem igual!).

Isto sem falar que os sets dos DJs Soma e Vinicius Leso estavam insuperáveis!!!

Parabéns Antonio Gutierrez, pelos 20 anos!!!

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