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A releitura da infância sob a ótica reencarnacionista

Por Mauro Kwitko*
(http://www.maurokwitko.com.br/site/)

 A Psicologia tradicional procura a causa de tudo na infância de seus pacientes. Nós procuramos entender a infância das pessoas, sob a ótica reencarnacionista. Para a visão oficial, ela é o início da vida, para nós, é a continuação, e sendo uma continuação, tem uma estrutura organizada pelo Universo, segundo as Leis Divinas. Nós devemos entender e conversar com as pessoas no consultório sobre isso. O dia de amanhã é aleatório ou é a continuação de hoje? O ano que vem não é a continuação desse ano? A nossa próxima encarnação é a continuação dessa. Se alguém não gostou de sua infância, por que a precisou? Por que a mereceu? Tudo na nossa vida é feito por nós mesmos e a nossa infância é o que necessitamos para começarmos a perceber nossas inferioridades, é onde começamos a nos (re)conhecer.

Por que um nasce em uma família rica? E outro em uma favela? Muitas pessoas referem que sua infância foi muito dura, que passaram por dificuldades, quer seja de ordem afetiva, quer seja de ordem financeira, problemas com um dos pais, ou com ambos, ou com outras pessoas. Muitas permanecem com esses traumas pelo resto de sua encarna­ção, influenciando gravemente seu comportamento. A maioria dos doentes de doenças crônicas como asma, reumatismo, problemas cardíacos, digestivos, renais, etc., criam essas doenças em si por sofrerem por essas questões da infância, e encontramos neles, por trás dos sintomas físicos, questões emocio­nais como mágoa, ressentimento, medos, raiva, tristeza e insegurança. E os sentimentos vêm dos pensamentos, e esses vêm do Ego, ou seja, são a ilusão da ilusão. E enquanto isso, a Medicina do corpo físico fica tratando apenas os órgãos, as partes, e buscando os seus vilões: as bactérias e os vírus.

Os doentes, mesmo os reencarnacionistas, acreditam que os sintomas emocionais têm sua origem lá no início dessa atual trajetória terrena. Mas a experiência das regressões mostra que se esses sentimentos e essas tendências são intensas, já nasce­ram conosco e foram aflorados, não gerados, na infância pelas situações “injustas”. Sabemos que a mágoa, a raiva, o medo, a insegurança, etc. são os fatores causais mais freqüentes das doenças crônicas, então como resolver isso? Aí entra a Psicoterapia Reencarnacionista para ajudar no nosso esclarecimento de nossas questões kármicas e reencarnatórias. Devemos ajudar as pessoas em tratamento a fazer uma releitura de sua infância, a entender as Leis que estruturam uma infância, a Lei do Retorno, a Lei do Merecimento, a Lei da Finalidade, a Lei da Necessidade e a Lei da Similaridade. Essas Leis fazem com que passemos por situações que provocamos em outras vidas, vivenciemos o que fizemos a outros, passarmos pelo que merecemos, pelo que precisamos.

Devemos lembrar para as pessoas em tratamento que não nascemos perfeitos, e, sim, trazemos sentimentos e características inferiores para tentar aqui melhorá-los, ou eliminá-los. Devemos mostrar-lhes que não devem continuar acreditando que toda aquela sua mágoa, aquela sua raiva, aquele medo, insegurança, iniciaram na infância, como se eles tivesse nascido perfeitos, que não trouxessem esses sentimentos consigo ao nascer. A Psicologia oficial criou uma concepção (não-reencarnacionista) de que tudo surgiu na infância, e fazer as pessoas libertarem-se dessa inverdade não é uma tarefa fácil. É como o mito da pureza da criança, mas que pureza? Apenas um ser perfeito, como Jesus, pode ter sido uma criança pura, nós não temos essa pureza, apenas as nossas imperfeições e inferioridades ainda estão latentes, aguardando as armadilhas e os gatilhos para manifestarem-se.

O psicoterapeuta reencarnacionista deve saber e lembrar para as pessoas que pai e mãe são também Espíritos e, mais do que provavelmente, vimos nos encontrando frequentemente nessas passagens terrenas, e que eles também aqui estão tentando eliminar suas imperfeições, tentando purificar-se. Devemos reconhecer em nós e falar sobre os rótulos temporários e ilusórios da encarnação pois é preciso entender que ninguém é pai, mãe, filho, irmão, marido, esposa, etc., apenas as Personalidades terrenas acreditam que são. Relembrando para as pessoas essas verdades óbvias, e eles entendendo que não nascemos puros e estando cientes da relatividade dos rótulos, vamos conversando sobre o por que ter nascido naquela família, naquele ambiente, filho daquele etc. O objetivo pai, daquela mãe, estar passando por tal ou qual situação, da Psicoterapia Reencarnacionista é ajudar as pessoas a entender o que é estar encarnado aqui, em um Plano Físico, de natureza passagei­ra, a enfrentar essas situações, superá-las, e mostrar-lhes que, em tornando-se vencedores de seu destino, alcançarão a meta única da Reencarnação: a evolução. E isso é atingi­do ou não, dependendo da atuação da nossa Personalidade Inferior, o que é diretamente proporcional aos nossos pensamentos e sentimentos, e ao alinha­mento com a nossa Essência, através da rendição do nosso Ego.

O grande erro é esquecermos de quem na realidade somos e cairmos na vitimação, no sentimento de “coitadinho de mim”, de injustiçado, a grande causa das doenças emocionais e mentais e suas posteriores repercussões físicas. Nós temos a infância que precisamos e essa é uma das tarefas do psicoterapeuta reencarnacionista: ensinar para as pessoas como reler sua infância sob a ótica da Reencarnação. A infância é a continuação da vida anterior e ela é o que a Perfeição quer que nós vivenciemos aqui na Terra, dessa vez. Os gatilhos começam na infância e se nós descemos lá da Luz para vivenciarmos os gatilhos necessários para mostrar o que temos de melhorar em nós, aí está o primeiro palco onde vivenciaremos os gatilhos. A maior parte dos doentes tropeçam nos gatilhos pois lêem sua infância como um início e, freqüentemente, não se conformam com ela, não a aceitam, mas não se perguntam: Por quê vim filho desse pai? Por que Deus me enviou para essa mãe? Por que sou bonito? Por que sou feio? Por que sou alto? Por que sou baixinho? Por que sou branco? Por que sou negro?

A pergunta “Por quê?” nos ajuda a entender um pouco da nossa infância e das pessoas que nos procuram no consultório. O merecimento,a necessidade é outra, o retorno e o resgate são as chaves para abrir a porta da compreensão a respeito da infância,essa é releitura reencarnacionista. Essa visão da Psicoterapia Reencarnacionista amplia muito a nossa possibilidade de realmente aproveitarmos uma encarnação. Mas lembrem-se: primeiro em si, depois nos outros.

Mas devemos lembrar que embora a Programação seja sempre correta, entra em ação o Livre-Arbítrio de todas as pessoas envolvidas e, com grande frequência, ele não é usado adequadamente. Todos nós descemos para mais uma vida na Terra para evoluirmos espiritualmente e esse processo cria uma infância adequada a essa meta.

Aqui chegando esquecemos a Programação e mantemos nossos antigos hábitos e tendências de nos magoarmos, nos sentirmos rejeitados, de ficarmos tristes, de nos isolarmos, de sentirmos raiva, de criticarmos, nos sentirmos mais que os outros, nos sentirmos menos, etc.

Lembremos que estamos preparando a nossa próxima infância. O que iremos precisar nela? Que pai ou tipo de pai? Que mãe ou tipo de mãe? Que família ou tipo de família? Que cor de “casca”? Que classe social? Em que país?

A INFÂNCIA QUE NECESSITAMOS

É dito que existem duas maneiras de aprendermos e evoluirmos consciencialmente (espiritualmente): através do amor ou através da dor. Mas sempre raciocinamos isso em relação a nós mesmos, ou seja, auto-evolução através do nosso amor ou da nossa dor, mas não tem sido suficientemente abordado que ela pode ocorrer também através da dor dos outrosou do amor dos outros.

Os tipos de possibilidade de evolução, por ordem de frequência, são: 
1.   Através da nossa dor
2.   Através da dor dos outros
3.   Através do amor dos outros
4.   Através do nosso amor

A nossa infância e vida atual podem ter várias possibilidades de estruturas, assim como a nossa próxima infância e vida terrena:
1.   Através da nossa dor – uma infância e uma vida co-criadas por nós, em parceria com Deus, através das 6 Leis Divinas (Necessidade, Finalidade, Merecimento, Resgate, Retorno e Similaridade), com a finalidade de fazerem aflorar características prejudiciais a nós e/ou aos outros, que vimos demonstrando há séculos ou milênios, através da ação potencialmente benéfica dos gatilhos e das armadilhas, para que saibamos que as temos e podermos, um dia reconhecer que elas não nos são úteis nem produtivas e começarmos a modificá-las, ou não. Gatilhos são pessoas, situações ou circunstâncias que visam fazer aflorar nossas seculares inferioridades, para que as reconheçamos. Armadilhas são pessoas, situações ou circunstâncias que agradam ao nosso ego mas não colaboram para a nossa evolução espiritual, são as ilusões da Terra. Esse tipo de busca de evolução consciencial com grande frequência provoca pouca evolução espiritual e grande dor em nós. A maioria dos Espíritos encarnados esqueceu que descemos novamente para a Terra com apenas uma finalidade, a busca de mais evolução espiritual, e são frequentemente absorvidos pelo hipnotismo terreno, o que, alia-se às duas principais características do nosso ego: sempre acreditarmos que temos razão e nos sentirmos vítima. Isso geralmente faz com que vivamos às cegas, comandados pelo raciocínio infantil do nosso ego, voltando a abrir os olhos somente após desencarnarmos, lá no Mundo Espiritual, de volta para Casa, quando o nosso Espírito começa a retomar o comando do nosso raciocínio e o ego vai enfraquecendo, chegando à estatística oficial do Mundo Espiritual de 99% de fracassos, vergonha e arrependimento, pelo que fizemos quando estávamos na Terra e, principalmente, pelo que não fizemos. Então, a evolução pela dor é muito lenta, gradativa e, como o nome indica, muito dolorosa, para tão pouco resultado positivo. Passamos séculos e milênios nesse processo e, olhando para nós, a infância que co-criamos, como estão os nossos pensamentos e sentimentos, atitudes e posturas, como estamos nos saindo em relação à Missão (busca de mais evolução espiritual), devemos reconhecer que a evolução pela dor não está funcionando, trazendo, com bastante frequência, ainda mais dor para nós.

2.  Através da dor dos outros – É uma maneira de evoluirmos quando, após muitas vidas em que nos sentimos vítimas, nos queixando de tudo e de todos, parece que sempre faltou alguma coisa para termos sido felizes, para termos dado certo, percebemos que, ao mesmo tempo em que sofremos, fizemos outras pessoas sofrer o mesmo ou até mais do que nós. Essa constatação pode ocorrer enquanto ainda estamos encarnados, aqui na Terra, geralmente mais para o final de uma encarnação ou, mais frequentemente, após voltarmos para Casa, quando das conversas com Seres superiores, ou em Grupos de Estudos, ou vendo o Telão, percebemos o quanto fomos egoístas, auto-centrados, sentindo-nos vítimas quando fomos, na verdade, muito mais algozes do que vítimas. Essa constatação, somando-se a outras que tivemos mais no passado e que jaziam escondidas dentro do nosso Inconsciente, vai aumentando uma misteriosa sensação quando reencarnamos de medo de fazer algo errado, medo de soltarmos o nosso poder, uma idéia de culpa, muitas vezes, sem motivo aparente, afloram nossas antigas inferioridades mas, concomitantemente, surgem como se fossem freios, bloqueios, em sua exteriorização ou após terem sido expressadas, um desconforto muito grande por isso ter acontecido, e somos tomados por um conflito interno entre nossos instintos, nossa capacidade de cometermos maldades, e uma espécie de Conselheiro interno, que são as antigas constatações e decisões que tomamos em épocas pretéritas quando essas mesmas maldades foram exercidas, lá com a concepção de que estávamos certos, agora com a dicotomia de parecer que estamos corretos aliado a algo que nos diz que não devemos ser assim, que devemos sentir mais amor, termos mais paciência, aprender a controlar nossos impulsos, sermos mais fraternos e generosos. É o combate entre nossa Consciência divina e nossos instintos, é o início da nossa cura.

3.   Através do amor dos outros – Bem menos freqüente. Recebermos a oportunidade de termos pais e irmãos e um entorno familiar e social que nos sirva como um exemplo de como não devemos ser. Por exemplo, um Espírito que venha há milhares de anos demonstrando rebeldia e agressividade e não venha aproveitando as infâncias-gatilho e vidas anteriores-gatilho que visaram fazer aflorar essas suas características para reconhecê-las, pode, um dia, receber o oposto, uma infância em que possam aflorar as suas superioridades e, essas, façam, então, gradativamente, irem enfraquecendo e desaparecendo suas antigas inferioridades. É como se a presença de uma luz constante fosse fazendo desaparecer uma escuridão renitente. Evidentemente, durante o restante dessa vida, essa pessoa irá deparar-se com gatilhos que servirão, como testes, para fazer aflorar as inferioridades que veio eliminar e armadilhas para testar o seu Espírito, mas o exemplo que recebeu na sua infância poderá ser a força que necessita para evitar a sua eclosão ou engano ou, se isso ocorrer, reconhecer que está equivocado.

Esse Espírito está recebendo a oportunidade de evoluir pelo amor que recebeu em sua infância, mas, dependendo de seu livre-arbítrio, isso poderá ocorrer ou não e se desperdiçar essa oportunidade, talvez programe, para os próximos séculos, novamente infâncias e vidas-gatilhos e infâncias e vidas-armadilhas, pela culpa que sentirá quando retornar para Casa e encontrar-se com sua Consciência.

A busca de evolução pelo amor dos outros algumas vezes tem dado mais certo do que a evolução pela dor prórpia ou pela dor causada a outras pessoas, mas, mesmo assim, ainda com resultados acanhados.

4.  Através do nosso amor – Esse é o ponto quase final da finalidade de estarmos nesse planeta, encontrarmos nossas superioridades em meio às inferioridades vigentes, nossas e dos outros. Os Espíritos encarnados que já são quase Mestres e Mestras alcançaram esse patamar mas são uma pequeníssima parcela dos Espíritos encarnados. São faróis para nós, nos mostrando como encontrarmos nossa luz interior em meio a um oceano escuro e assustador. São Espíritos que venceram a si mesmos e aproximaram-se tanto de Si que superaram a necessidade de evoluir pela dor ou pelo amor dos outros, Eles já são quase Mestres na arte de evoluir cada vez mais através do seu próprio amor. Muitos, talvez, nem necessitariam mais descer para a Terra mas, movidos pelo seu amor, optam por essa Missão divina, com a finalidade: servir aos seus irmãos, dar um exemplo, mostrando assim o Caminho da Salvação e concluir sua Jornada por este planeta.

Recordemos que estamos preparando, além do nosso futuro nessa atual encarnação, a nossa próxima infância, e que isso é elaborado não em como gostaríamos que fosse e, sim, no que necessitaremos, lembremos que poderemos necessitar gatilhos para serem os testes necessários para o afloramento das nossas inferioridades, para ver se venceremos as armadilhas terrenas e para o resgate e busca de harmonização com outros Espíritos, ou teremos o merecimento de recebermos um exemplo positivo que possa fazer revelarem-se as nossas superioridades, contrapondo-se às nossas inferioridades, para que aquelas sobrepujem essas.

Quando decidimos, em parceria com Deus, que devemos evoluir pela dor, a programação da nossa infância é regida:

1.   Pela Lei da Necessidade (Por que precisamos passar por algo: os gatilhos e as armadilhas terrenas)
2.   A Lei da Finalidade (Para o que precisamos passar por isso: a busca de evolução espiritual)
3.   A Lei do Retorno (Passar pelo que fizemos no passado: a cura do pecado)
4.   A Lei do Resgate (Nos resgatarmos com Espíritos aos quais prejudicamos em outras encarnações e com os quais combinamos nos reencontrar: a reconciliação entre irmãos)
5.   A Lei do Merecimento (O que merecemos receber de Deus, que não gostamos e achamos ruim e injusto, porque faz aflorar o que não gostamos em nós: pensamentos, sentimentos e atitudes ruins).
6.   A Lei da Similaridade (É a Lei da Atração, pela qual Espíritos parecidos se atraem: é a “Lei do Espelho”).

Quando decidimos que poderemos buscar evoluir pelo amor é um presente do Amor Universal, uma oportunidade que recebemos raramente e que devemos aproveitar. Quando decidimos que merecemos evoluir pelo amor, a nossa infância tem a estrutura maravilhosa que todos almejamos, mas isso pode dar certo ou não, dependendo do nosso livre-arbítrio.

Aqui no Ocidente, por uma visão ainda infantil e patriarcal de Deus, de religiões machistas e paternalistas, atribuímos essa Programação a um Pai mas no Oriente nos ensinam que somos e estamos em Tudo, somos a parte mas também o Todo, somos o filho/a e o Pai/Mãe, somos um e Um, como as gotinhas do mar são, ao mesmo tempo, o mar. E então somos co-criadores da nossa próxima infância, como o fomos dessa atual. Pedir a Deus significa pedirmos a nós mesmos, daí a importância do sabermos pedir, poucas pessoas sabem pedir, querem que o Universo adivinhe o que elas desejam, enviam duplas mensagens, pedem uma coisa, pedem outra diferente, demonstram não saber realmente o que querem, o Universo, então, não compreendendo o que desejam, aguarda que se definam.

Daí a importância do nosso pensamento estar mais sintonizado no Todo do que em nós, expandirmos nossos horizontes conscienciais, rumo ao infinito, nos recordarmos quem realmente somos e o que sempre acreditamos ser, perceber nossa pequenez de visão e abrirmos nossos olhos espirituais para que possamos sobrepujar o pequeníssimo alcance dos nossos olhos carnais. Essa é a Missão da Psicoterapia Reencarnacionista.

A Programação da nossa infância e da nossa vida sempre é correta e perfeita, o que pode atrapalhar a Programação é o nosso livre-arbítrio. Daí a importância de procurarmos sintonizar com nossos aspectos superiores, com Seres superiores e para isso, a Psicoterapia Reencarnacionista, a mesma terapia aplicada no período inter-vidas, veio para a Terra, para podermos entender o engano da nossa “versão-persona”, o equívoco da nossa interpretação da infância que pedimos (necessitamos) e podermos nos libertar de nossa infantilidade consciencial e nos dirigirmos para a maturidade consciencial, que é a “Versão-Espírito”. Essa é a finalidade maior da Psicoterapia Reencarnacionista, é a diretriz em um Tratamento com essa nova psicologia, é o que os nossos Mentores desejam de nós e, aprendendo como se faz, possamos ajudar os Mentores das pessoas que nos procuram a alcançar o mesmo. Melhorar ou curar fobias, pânico e depressão é muito fácil, isso é Terapia de Regressão. Mas, historicamente falando, a Terapia de Regressão está evoluindo para uma Psicoterapia com Regressão e a participação da Psicoterapia Reencarnacionista nesse processo evolutivo é uma das finalidades dela ter sido enviada pelos Seres espirituais para a Terra.

Psicoterapia Reencarnacionista é muito mais do que Terapia de Regressão, é o entendimento da nossa Personalidade Congênita, a recordação de que pedimos a infância que necessitamos, a compreensão da utilidade potencialmente benéfica dos gatilhos e das armadilhas terrenas e a importância de utilizarmos o livre-arbítrio a favor do nosso Espírito e não mais do nosso ego, como viemos fazendo há muito e muito tempo.

Um Tratamento de Terapia de Regressão pode ter 2 ou 3 meses de duração. Um Tratamento de Psicoterapia Reencarnacionista deve perdurar até que a “Versão-Espírito” demonstre que sobrepujou a “versão-persona”. Já a Reforma Íntima completa pode levar dezenas de milhares de anos. Mas tempo não nos falta, até porque ele não existe, está tudo funcionando perfeitamente no Universo, até os nossos erros e sofrimentos.

* Mauro Kwitko é presidente da Associação Brasileira de Psicoterapia Reencarnacionista (ABPR)

Veja também:

Inscrições abertas para Curso de Formação em Psicoterapia Reencarnacionista e Regressão Terapêutica no Recife

 

 

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