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Conheça a proposta de ‘Parto Humanizado com Música’, na entrevista com o maestro Gil

parto humanizadoConheça na entrevista abaixo a proposta de Parto Humanizado com Música, um projeto do maestro pernambucano Gilvanildo Amâncio!

Qual é a proposta do parto humanizado quântico com música?
A música é uma das linguagens mais tenras da humanidade e sempre acompanha o ser humano nos momentos mais importantes. Neste contexto, justificamos a prática de música personalizada, estruturada a partir do olhar científico e acadêmico, associado às possibilidades de práticas integrativas desde o pré-natal. Esta ideia foi desenvolvida na ocasião em que estava na Universidade Nova de Lisboa, observando as seções do Laboratório de Música e Comunicação na Infância do CESEM – Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical. Um dos principais teóricos, pesquisador e investigador chamam-se Edwin Gordon, no qual nos baseamos para fundamentar os aspectos que relacionam a psicologia da apreensão da linguagem musical infantil com o desenvolvimento da musicalidade da criança. Há uma forte base científica, já pesquisada, na área de psicologia e sobretudo neurologia que fundamentam que alguns sons de bisturis e ferramentas cirúrgicas nas salas gélidas dos partos colocam o feto em estado de inquietude pelo senso de auto-preservação da espécie. Assim, os sons configurados com “ruído-brancos” (sons da natureza: terra água, ar e fogo) harmonizam os ambientes, tanto físicos como psíquicos.

Como surgiu essa ideia de promover a prática de música ao vivo durante o Parto?
O filósofo Sócrates afirmou que tudo vem de Deus e volta para Ele. Dessa forma pensamos na possibilidade dessa inovação para ampliar a qualidade do processo de receptivo de novas vidas vindas ao Planeta Terra com música e musicalidade junto às parturientes. Academicamente não é novidade a influência da música no período intra-uterino. Música durante o processo de gestação já é uma matéria bem tratada pela musicoterapia, inclusive depois do nascimento também. Há vasta literatura sobre a influência da música para bebês recém-nascidos, mas não há muitas referências no instante do parto. Exceto as pesquisas empíricas com base etnomusicológicas que documentam o ato de cantar coletivamente durante todo o processo de nascimento em algumas tribos e comunidades mais ligadas a convivências naturistas, distantes das polis como as conhecemos. É plenamente possível resgatarmos nossas raízes “in natura” e proporcionarmos cada vez mais partos com menos dores e mais prazeres (equilíbrio, harmonias). Pessoas mais felizes, perspectivas de melhor humanidade. Eu ficaria imensamente feliz se ao nascer tivesse havido uma comissão de recepção com família, amor e arte. Então criei este projeto.

Fale um pouco sobre você e sua trajetória como músico que busca colocar a arte à serviço da humanização.
Nasci no bairro da Bomba do Hemetério, no Recife, onde residi por várias décadas. Professor, pesquisador e pequeno empresário, com residência jurídica no mesmo bairro. Pianista, regente coral e orquestral. Realizador Coral com 1.200 vozes. Criador da Tecnologia Músico-Biológica. Criador do projeto Música nas Necrópoles para desenvolver inteligência emocional coletiva e aliviar os pesares do Dia de Finados com Arte. Projetos Turismo Científico no Sertão de Pernambuco (Astronomia)- Uma solução social que vem do Céu, Turismo Social com Responsabilidade Social Pessoal e de Nova Estrutura de Música para o Planeta Terra, entre outros.
Qual a metodologia utilizada?

O princípio da metodologia: Cada coração tem uma batida única. Existe um “DNA” rítmico para cada pessoa. A medição que experimentamos do coração de dezenas de bebês em condição intrauterina e de centenas de pessoas em diversas faixas etárias possibilitou a medição da “velocidade dos batimentos cardíacos” a que chamamos cadência. Cada pessoa tem uma batida única no mundo. O procedimento para esta afirmação foi liquidado pela centimetragem dos batimentos. Quantas vezes um coração bate por minuto, por segundo, por um décimo, um centésimo de segundo gerará uma dízima periódica que será de um único coração-autor.

Então quando a criança vai nascer, conseguimos ampliar os batimentos do coração da criança com pequenos microfones de alta-sensibilidade e assim perceber a cadência rítmica daquele instante que poderá variar, milimetricamente para mais ou para menos e assim ajustar a música ao tempo poético principal: O exato momento do nascimento – o “tempo presente”.

Primeiro é feita a composição musical personalizada para o bebê a partir do recolhimento da cetimetragem cadencial do coração do bebe, através dos exames de ultrassonografia. Depois, a apresentação da proposta a mãe parturiente e médica acompanhante. E por último a apresentação da proposta de inovação e agregação de valor diferencial e humanitário ao Hospital e Plano de Saúde.

Como acontece a execução da música quântica e o que acontece com o bebê?
Deverá acontecer de forma modular e flexível ao processo vital de nascimento, portanto, de maneira flexível, sensível, com leituras e releituras atentas à necessidade de ajustes instantâneos, inclusive de silenciar a fonte sonora totalmente ou parcialmente. Nada deverá ocorrer com formato engessado, pois a vida é sempre dinâmica e fluida. Como a execução é dividida por módulos, em cada etapa o resultado esperado é diferente.

Dentro dessa perspectiva o que é musicalmente executado?
É dividido por módulos:
Módulo I – Religare: (música calma) – Nesse momento será produzida música com sentido religioso contemporâneo, expressando a intenção de religar o homem/criatura ao Criador com sons leves e singelos. Esses sons terão o objetivo e efeito repousante do ponto de vista muscular. Deverá aumentar a produção de neurotransmissores responsáveis pelo bom estado de equilíbrio do sistema dinamogênico. A função de música nesse momento singelo e mágico é estimular processos de ampliação da naturalidade do parto, do conforto da mãe e a equipe. No sentido de melhorar a qualidade já existente nos trabalhos profissionais transcorridos no cenário atual. A música ambientará o local com uma configuração confortável, aumentando o teor do prazer de ser e existir, produzir, reproduzir, soar, e ressoar. Crianças que nasçam nessa atmosfera terão chances de expandirem seus processos de afinações simbólicas numa grelha arquetípica mais ampla.

Módulo II – (música natureza) – Estruturas melódicas, cientificamente projetadas, interligando-a aos elementos da natureza como terra, água, ar e fogo. Nesse momento, do parto, em que o cérebro primitivo assume o controle, todos os fluxos energéticos vitais passam a se movimentar diretivamente com essência da natureza em expansão. Esse diálogo silencioso com a essência da vida, do nascer, será reforçado com sons musicais com a intencionalidade de reconhecimento e gratidão a entidade fôlego vital. A Terra e Água estão representadas no corpo/útero da mulher, assim como o Ar e o Fogo, respectivamente, estão presentes na vida da parturiente e do rebento que vai nascer. O Fogo representa ainda, nossa centelha divina, partícula luminosa que salta de um corpo incandescente grandioso e nos fecunda. A música do segundo módulo fará reverência a esses conceitos e indicadores.

Módulo III – (música para o recém chegado) – Receptivo específico para o Bebe dizendo: seja bem vindo. Esse será o momento de tocar a música feita com exclusividade, de forma personalizada para o Bebe a partir do seu DNA sonoro (rítmico, cadencial, melódico, harmônico) identificado pelo compositor de música quântica. Essa composição será o resultado síntese, dos contatos e estudos prévios que identificaram as faixas frequências e elementares de luz e sons num ato de gratidão a vida com “V” grande.

Qual a infraestrutura utilizada?
Piano de Cauda esterilizados, Grupo de Música de Câmara composto por uma média de seis músicos, um câmera man para registros de imagens que servirão para autoscopia/avaliação da proposta. A formação de música de conjunto poderá ser quaisquer estruturas, desde que atenda o bem-estar de todos os principais personagens envolvidos.

Quais os resultados esperados?
A ampliação da qualidade nos serviços de parto, do feto saído à luz, a auguração de uma forma especial no ato de parir natural da antiga Pártia (partúria).

Esperamos contar com adesão de outras maternidades particulares da Maternidade Hospital Português do Recife que fez o primeiro parto e a Maternidade Escola da Universidade de Pernambuco.

Aguardamos a oportunidade de discutir esta questão nas políticas nacional de saúde e formação de profissionais. Buscamos parceiros para implementação mercadológica, posteriormente as fundamentações científicas que poderão ser melhor embasadas.

Conjecturar a inciativa pioneira no Brasil de um Plano de Saúde que ofereça esta possibilidade, para fazer história requalificada nos nascimentos e oferecer aos clientes e ao novo mercado consumidor do Século XXI o que buscam com o seu poder de compra: A satisfação de ser diferente e poder melhorar cada vez mais e mais a vida transformando-a num ato de viver um fenômeno especial: receber um mais novo membro familiar com práticas integrativas no pré e pós-natal, com parto humanizado e sobretudo, de forma exclusiva, com arte.

MAIS INFORMAÇÕES:
http://musicanoparto.blogspot.com

https://www.racius.com/universus-escritorio-de-artes-producoes-artisticas-e-culturais-lda-sucursal-em-portugal/

http://www.recife.pe.gov.br/2009/12/20/coral_de_estudantes_leva_espirito_natatalino_ao_geraldao_169886.php

http://musicanoparto.blogspot.com.br/

http://concertoparavida.blogspot.com.br/

https://drive.google.com/?pli=1&authuser=0#search/CRA

http://caravanadeluzcultural.blogspot.com.br/

 http://musicaeastronomia.blogspot.com.br/

http://www.youtube.com/watch?v=USX07vIJZFs

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