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Como deve ser um Psicoterapeuta Reencarnacionista?

Por Mauro Kwitko*
(http://www.maurokwitko.com.br/site/)

Nós, psicoterapeutas reencarnacionistas, falamos com as pessoas sobre a busca da evolução espiritual, da purificação, o real aproveitamento da encarnação e, então, não pode agir ao estilo: “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço…” O nosso maior compromisso quando assumimos esse método de trabalho é conosco mesmos, com a nossa Consciência. Um aluno, no Curso de Formação, começa a trabalhar mais seriamente a sua busca da evolução espiritual, o seu real aproveitamento da atual encarnação. Mas isso não é fácil pois nenhum de nós é perfeito, estamos todos sujeitos aos gatilhos, às armadilhas, às forças instintivas, às forças que vêm do nosso Inconsciente e às forças negativas exteriores.

Um psiquiatra, um psicólogo, um psicoterapeuta de qualquer Escola, pode ser um ótimo profissional em seu set terapêutico, e, no seu cotidiano, fumar, beber, sentir raiva, ser triste, magoado, ter sentimento de rejeição, ser ciumento, pode ser orgulhoso, vaidoso, ou ter até uma sensação de inferioridade, que tudo isso pode afetar pouco seu trabalho, ou seja, pode separar a sua vida pessoal da sua vida profissional, porque estará trabalhando com seu paciente. Mas o psicoterapeuta reencarnacionista está primeiramente trabalhando a sua própria busca de evolução espiritual e, com isso, aos poucos, começará a sentir-se desconfortável com as suas imperfeições e inferioridades espirituais, seja nos pensamentos, nos sentimentos, seja nas suas atitudes, pois estará conversando com as pessoas sobre a Purificação, e isso não é uma coisa qualquer.

As regressões que são realizadas por um psicoterapeuta reencarnacionista são dirigidas, comandadas, pelos Mentores Espirituais das pessoas e não por nós, que nos colocamos como um auxiliar no processo. Mas como isso pode ser feito se o psicoterapeuta está com uma baixa frequência, se bebeu na noite anterior, se fuma, se usa drogas? Que sintonia vai alcançar? Ao invés de chegar o Mentor Espiritual da pessoa, chega um mistificador, um zombeteiro…

O nosso Curso de Formação é uma Terapia em Grupo de Reforma Íntima, e ao final dele os alunos que bebiam não bebem mais, os que fumavam, não fumam mais, os irritados estão bem mais calmos, os tristes, magoados, sentem-se mais felizes, os tímidos já estão soltando-se, e assim por diante. Porque o tema principal do curso é a evolução espiritual, o que significa melhorar qualquer característica de personalidade, sentimento ou ação que não seja filiada à Perfeição.

O psicoterapeuta reencarnacionista deve começar aplicando em si os princípios da nossa Escola para ter credibilidade interna para poder ser um auxiliar dos Mentores Espirituais das pessoas que lhe procuram. Deve dar a si o próprio exemplo de que a força de vontade pode ser efetiva para poder dizer isso às pessoas sem que uma voz interior lhe diga: “Quem és tu para aconselhar isso? Você também é assim…”, “Você também sente raiva…”, “Você também é triste…”, “Você também é orgulhoso…”, “Você fuma…”

E devemos estar atentos aos gatilhos. O que são gatilhos? São os fatos do dia-a-dia, são as pessoas, os acontecimentos que fazem aflorar de dentro de nós o que viemos melhorar nessa encarnação. Sabemos que o que nos ajuda a perceber o que temos de inferior são instrumentos de Deus na nossa caminhada, são potencialmente positivas, embora frequentemente nos pareçam negativas, pois causam desconforto. A vida encarnada é uma sucessão de gatilhos e de armadilhas. O que são armadilhas? São situações que nos parecem benéficas, boas, vantajosas, compensadoras, que vão nos trazer dinheiro, sucesso, bens materiais, mas que na verdade não nos ajudam a evoluirmos espiritualmente. Devemos ter uma vida simples, despojada, tranquila, ganhando e gastando o dinheiro honestamente, sem querer se exaltar acima dos outros e sem querer ser menos, ou seja, não querer ser rico nem pobre, estar na média. Somos todos médios. Humildade é querer ser igual aos outros.

O psicoterapeuta reencarnacionista, lidando com as pessoas do ponto de vista espiritual em seu consultório, deve primeiramente cuidar de si. Deve procurar entender para o que reencarnou, porque Deus lhe propiciou aquela infância, aquela família, fazer uma releitura do começo dessa vida à luz da Reencarnação, ficar atento aos gatilhos, às armadilhas, procurar ir harmonizando-se com os Espíritos que estão por perto e que sente que são antigos conflitos, ir aumentando o amor em seu coração, expandindo a sua Consciência, tornando-se cada vez mais simples, mais leve, mais desapegado. Deve dar um exemplo aos demais de que está nas fileiras do Exército de Deus e que as armas que usa são a Paz e o Amor. Deve combater o orgulho, a vaidade, a crítica, a impaciência, a irritação, a ansiedade, desenvolvendo a paciência, a compreensão, a obediência e a humildade. E deve procurar eliminar as máscaras que escondem o orgulho ferido e a vaidade escondida, que são a timidez, o isolamento, a mágoa e o sentimento de rejeição.

Enfim, ser psicoterapeuta reencarnacionista não é uma tarefa fácil, mas é compensadora. Mas não é apenas fazer o Curso e formar-se, atender no seu consultório, mandar fazer cartão de apresentação e colocar anúncio no jornal, como também não é apenas querer ser monitor ou Ministrante do Curso, é conhecer-se, observar-se diariamente, vigiar seus pensamentos e sentimentos, atitudes e palavras, e ver como somos egoístas. O Egoísmo significa apenas que nosso Ego está no comando e isso é um antigo hábito nosso, personas ilusórias, “cascas” de Espíritos. Permitir que nosso Eu Verdadeiro assuma a direção da nossa vida é a maior finalidade da Psicoterapia Reencarnacionista.

* Mauro Kwitko é presidente da Associação Brasileira de Psicoterapia Reencarnacionista (ABPR)

Inscrições abertas para Curso de Formação em Psicoterapia Reencarnacionista e Regressão Terapêutica no Recife

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