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‘Oficina Vivências em Improvisação e Interpretação’ no Luminaris

vivências em improvisação
Está sendo formado o grupo para realização da oficina que tem duração de três meses, e consistirá em experiências em torno de jogos dramáticos, improvisação e construção de cenas teatrais, buscando, sobretudo, a expressividade e atitude crítica e reflexiva com relação ao fazer artístico, em permanente diálogo colaborativo entre participantes e facilitador. Tem como objetivo final a apresentação pública do material vivenciado e construído, por meio de cenas e esquetes.

Facilitador – Diego Landin, 25, é ator, escritor e artista plástico. Participou, como ator, dos espetáculos Um Lugar Para Ficar Em Pé (Fortaleza, 2012), As Três Irmãs (Fortaleza, 2010) e Rãmlet Soul (Fortaleza, 2009), entre outros. Dirigiu os espetáculos O Nascimento De Cristo, pela Escola Waldorf Recife (Recife, 2013) e Muito Barulho Por Nada, pela Associação Pedagógica Waldorf Micael (Fortaleza, 2008). Desde 2013 tem se dedicado a sua primeira exposição individual de pintura.

OBJETIVOS
• Incitar nos integrantes a capacidade de jogo e expressividade;
• Possibilitar aos integrantes a noção das ferramentas teatrais;
• Possibilitar nos integrantes maior consciência corporal;
• Incitar a reflexão e crítica com relação ao que é observado e experimentado;
• Utilizar a leitura, a contemplação e a improvisação como recurso para composição de cenas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
• Jogos dramáticos e dinâmicas coletivas
• Relação ator-espaço e ator-objeto;
• Presença cênica e energia;
• Treinamento técnico e plástico;
• Ação física e ação vocal;

PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
A oficina é prática, com momentos de discussão teórica. Todo o conteúdo programático será experimentado através de exercícios individuais e coletivos, sempre de maneira dialógica, de modo que a metodologia será composta de:

• Percepção, sensibilização e interação do grupo entre si e em relação ao espaço. Desde já experimentar-se-á a potência perceptiva e imaginativa dos participantes. A todo instante o foco será desviado de si ao outro, em concomitância com o espaço. “Que outros corpos cabem num só corpo?”, “Que outros espaços cabem num só espaço?”, serão questionamentos experimentados física e imaginativamente ao longo da oficina;
• Jogos e dinâmicas coletivas serão norteadores das vivências, objetivando a expressividade dos participantes e do grupo como um todo. Alongamento, exaustão, exercícios de coro, etc., auxiliarão na desinibição e poder de escuta e troca, bem como sua posterior expressão em partituras corporais;
• A improvisação, naturalmente, será a um só tempo método e efeito dos jogos e vivências, de modo a transformar o espaço num ambiente de criação livre e dialogável. Através dela os participantes descobrirão outras formas de ser e relacionar-se, experimentando e criando linguagens que não só a verbal, sempre sob o olhar do facilitador e de parte do grupo, que estarão atentos ao “vivo” material obtido;
• A música estará sempre presente, como fonte de estímulos físicos e afetivos entre o grupo, durante os jogos e cenas.
• A contemplação, leitura e discussão de textos, pinturas e vídeos, bem como o material criado ao longo da oficina, será elemento essencial para incitar a atitude crítica e reflexiva entre os participantes. Evitar-se-á, obviamente, cair em questionamentos e afirmações vagas tais como “O que é arte?”, “Isso é arte?”, “Isso não é arte”, etc. O mais importante será a maneira como tal obra artística afeta ou não o indivíduo e/ou o grupo, e de que forma pode ou não contribuir para o trabalho. Neste sentido, notas casuais sobre a história do Teatro e do ator servirão tão somente para contextualizar o trabalho e, se possível, estimulá-lo;
• A visitação a peças em cartaz na cidade contribuirá para exercitar a mesma atitude crítica dentre o grupo, de modo que se procure ultrapassar assertivas tais como “Não gostei” e “Gostei”. “No que dado espetáculo, por assim dizer, ‘falta’ ou ‘excede’ à intenção do encenador?”, “Há uma intenção clara do encenador?”, “Há uma linha conceitual entre os integrantes e os elementos do espetáculo?”, ”No que dado espetáculo pode relacionar-se com o contexto da arte em geral?”, “É possível, ademais, delimitar tal contexto?”, “O que dado espetáculo pode significar para a nossa cidade, para o nosso tempo?”, “Do que dele podemos apropriar-nos para o nosso trabalho?”, serão algumas diretrizes do olhar exercitado;
• A criação de textos e/ou cenas será resultado direto dos jogos e vivências. Podendo servir, em parte ou no todo, para a apresentação final, amparado ou não por textos já escritos, tais resultados serão sobretudo objetos recorrentes para o exercício contemplativo e inquiridor dos participantes;
• Os ensaios das cenas, já determinados os textos, ocorrerão de forma sistemática ao longo do último mês, sempre se avaliando o que pode ser melhorado;
• A apresentação pública do resultado da oficina e posterior avaliação da mesma, compreendendo seu processo como um todo e como se sentiram os participantes durante e no término da mesma.

CRONOGRAMA
• Primeira etapa (maio): Vivências, exercícios e jogos teatrais;
• Segunda etapa (junho): Improvisação, experimentação e criação de cenas;
• Terceira etapa (julho): Ensaios;
• Quarta etapa (início de agosto): Apresentação.

Local: Espaço Luminaris – Rua Silveira Lobo, 107, Casa Forte, Recife/PE
Fones: 3031.1134/9886.4317

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